Quando terceirizar não é lucrativo

 

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 É fácil fazer uma conta que mostra que não é lucrativo empreender essa estratégia de subcontratação. Se, por cada ano do contrato, o cliente paga mais 10 000 euros do que o trabalhador estaria disposto a cobrar e tendo em conta que o novo quadro da legislação trabalhista deixa a indemnização por demissão em 20 dias por ano trabalhado, é muito volumoso que custo extra e, portanto, não justificado.

Nesse sentido, a grande empresa começou a agir e chama a atenção para o importante movimento que um gigante como a Telefónica anunciou no início de 2013 (Cinco Días). Acontece que indicou sua intenção de internalizar uma série de atividades que terceirizaram, buscando objetivos diferentes.

Um deles é a retenção de conhecimento na empresa, evitando que seja disperso nas legiões de consultores que vão e vêm nos inúmeros projetos que executam ao longo de cada exercício. Se aqueles que sabem como as coisas funcionam não estão na casa, é difícil oferecer um bom serviço ao cliente e trabalhar com processos flexíveis, adaptando-se às mudanças no meio ambiente.

Outro objetivo prosseguido com esta estratégia é proporcionar um melhor atendimento ao cliente. Transformar as pessoas em sua própria equipe, é claro, será mais fácil alinhar sua visão do cliente, do que ser um consultor no meio, gerenciando a terceirização.

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